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domingo, 9 de agosto de 2009

O RS parece um Bordel


Nesses dias de ajuizamento de ação civil pública patrocinada pelo Mininistério Público Federal contra a Governadora Yeda e outros tantos, dentre eles seu ex-marido Carlos Crusius, em mais um round que a população gaúcha é espancada sem dó nem piedade pela vergonha que sofre diante de tantas notícias e indícios fortes de corrupção, vemos jornalistas mediando a questão.

Talvez atônitos com o que inevitavelmente devem noticiar, preferem criticar a oposição, vide PT e demais partidos de esquerda, acusando-os de estarem comemorando a derrocada da Yeda e seu PSDB aqui no RS, além de PMDB e DEM.
O Jornalista André Machado deu destaque de que petistas se reuniram num restaurante da Capital para comemorar, o que seria triste, pois ele, jornalista, queria o bem do RS, e tinha gente, pela interpretação que dava, estaria contente com toda essa lama. Mencionou ainda que Yeda como deputada teve uma conduta honesta. Pelo que me lembro como deputada a Yeda não fez nada. Ela é cria da RBS, quando há anos, em medida inédita, o Jornal do Almoço passou a ter um comentário de economia feito por ela. Não durou muito, pois logo depois ela entrou para a vida política.

Ocorre que temos vozes no jornalismo que se esforçam em não enganar o público, ou não encontram mais saída para isso diante de tantas denúncias e ações. O músico Tedy Corrês, do Nenhum de Nós, contrariou Tulio Millman, também um jornalista que se esforça para diminuir o impacto sobre sua Governadora, disse que os foguetes e o jantar da oposição poderiam ter a ver não com alegria por estar o RS nessa vergonhosa situação, mas por ter a oposição conseguido descobrir, desvendar, tirar a máscara da Yeda e expor essas fraudes todas.
Lembrem, as denúncias contra Yeda e seus comparsas, partiram de seus apoiadores, como o Vice Paulo Feijó do DEM e do seu assessor, posando em fotografia ao seu lado Lair Ferst, do seu partido, o PSDB.

O Prof. Doutor Eduardo Carrion, advogado, ex- diretor da Faculdade de Direito da UFRGS, fala, em indignação, vergonha e que o Estado do RS está sob o domínio do crime organizado, se referindo à Governadora e seus comparsas.

Para concluir, abaixo parte da Coluna do jornalista e escritor Flávio Tavares em Zero Hora de 09/08/2009, com o título Casas de Tolerância, que para quem não sabe é o mesmo que Bordel, Casa de Meretrício, lugar em que se pratica a prostituição.

Me parece que jornalistas de peito ainda existem, mas temos que nos submeter àqueles inseguros, tendenciosos, maliciosos e me parece um tanto mal intencionados.
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09 de agosto de 2009 N° 16057

zerohora.com

ARTIGOS

Casas de tolerância, por Flávio Tavares*

*JORNALISTA E ESCRITOR
Os dois grandes escândalos políticos de agora – o do Senado Federal e o das milionárias fraudes no Detran, aqui – lembram a hipocrisia que rodeava os velhos prostíbulos.

Nossa primeira mulher-governadora encabeça, ao lado do ex-marido, a lista dos nove envolvidos numa série de delitos organizados, a que o povo chama de “roubo”. Nela, gente de quatro partidos (PSDB, PMDB, PP e PDT) diversos entre si como o prefeito e o reverendo vigário com dias exclusivos no bordel.

Nunca houve algo sequer similar. Desde que Leonel Brizola deixou o Piratini, em janeiro de 1963, tivemos governadores medíocres, sem exceção, impostos ou eleitos. Nenhum deles, porém, pecou pela soberba ou maculou-se com a suspeita, como agora.

Nessa mixórdia, o que será mais doloroso? De um lado, o envolvimento de Yeda Crusius desfaz a visão histórica de que a mulher é um ser ético superior, com estoicismo e capacidade de sacrifício que os machos mais másculos não têm. Onde está a sensibilidade feminina, sutil e forte, com moral inata e profunda, oriunda da capacidade de ser mãe? De outro, mancomunados na fraude, estão deputados, assessores íntimos da governadora, um vice-presidente do Banrisul e – pasmem! – o presidente do Tribunal de Contas...

Todos eles, no fundo, delatados à Polícia Federal por um dos cúmplices na trama, o qual, assim, traiu duas vezes – ao Estado, como funcionário, e aos comparsas. (grifo meu)
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Tire suas próprias conclusões.

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